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“Não troco meu “Oxente” pelo “ok” de ninguém” – Ariano Suassuna

sábado, 30 de maio de 2009

Cícero defende unidade da base e diz que Ricardo não presta nem para os aliados

O senador Cícero Lucena (PSDB), que está neste sábado 30 no Cariri paraibano mantendo contatos com lideranças políticas, vereadores e prefeitos da região com vistas as eleições estaduais de 2010, voltou a defender a manutenção da aliança política que elegeu o Cássio Cunha Lima (PSDB) como governador em 2002 e 2006.
Cícero questionou o entendimento defendido publicamente por alguns dos seus aliados de que só uma composição com o prefeito Ricardo Coutinho seria capaz de assegurar a retomada do poder estadual pelo grupo e atacou o prefeito da Capital dizendo que ele não agrega força nem com os seus aliados.

As declarações do senador foram feitas no início da tarde durante o programa Debate, do radialista Ernandes Gouveia, na rádio Independente 107,7 FM, de Serra Branca.

Para o senador, há um grande equívoco de avaliação política na tese de só uma possível candidatura de Ricardo Coutinho é capaz de derrotar uma provável candidatura à reeleição do governador José Maranhão (PMDB).

“Existe uma inversão de valores nesta visão, pois Ricardo não é oposição a Maranhão e nunca, em nenhum momento, esteve aliado ao grupo liderado pelo ex-governador Cássio Cunha Lima”, destacou.

“Ele (Ricardo) em nenhum momento esteve do nosso lado, pelo contrário, foi um dos que mais contribuiu com a cassação de Cássio”, acrescentou.

Cícero lembrou que a ação para cassar o mandato do ex-governador Cássio partiu do militante comunista José Calistrato, pertencente a um partido da base aliada de Ricardo, o PCB, e que o principal advogado da ação foi Marcelo Weick, à época auxiliar direto e de primeiro escalão do prefeito da Capital.

“É um erro avaliar, que o grupo a que pertenço só terá sucesso nas eleições de 2010 se fizer composição com Ricardo. Seu partido tem dois deputados federais e três estaduais e nenhum deles vota no prefeito. Ora, se ele não presta nem para os aliados, vai prestar pra nós?”, indagou o senador.

Da Redação (com assesoria)
WSCOM Online

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