
Com isto, quem deve ir para o sacrifício é o próprio herdeiro político do senador paraibano, o deputado federal Efraim Filho, também do Democratas, que deverá sair da disputa pela reeleição para buscar uma vaga na Assembléia Legislativa da Paraíba. A estratégia do clã do Morais é “esfriar” o noticiário da Imprensa – pelo menos por enquanto.
A decisão do senador está sendo compartilhada com entendimentos junto ao ex-prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, pré-candidato do PSB ao Governo do Estado, e o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB), que também é pré-candidato ao Senado. Já aconteceram várias reuniões de avaliação entre os três e ficou claro que a conclusão mais lógica para manter a unidade do grupo é a desistência de Efraim.
A oposição conta com três nomes para substituir Efraim Morais na chapa majoritária: o deputado federal Luiz Couto (PT), o ex-senador Ney Suassuna (PP) e o deputado federal Wellington Roberto (PR), que também está em constante “namoro” com o grupo “maranhista”.
Postado por Ricardo Pereira
Nenhum comentário:
Postar um comentário