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“Não troco meu “Oxente” pelo “ok” de ninguém” – Ariano Suassuna

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Advogados de Dinaldo recorrem ao plenário

O processo de Dinaldo Wanderley teve movimentação ontem no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele teve a candidatura a deputado estadual barrada pelo ministro Hamilton Carvalhido com base na Lei da Ficha Limpa. A defesa interpôs agravo regimental para que o caso seja examinado pelo plenário do TSE.

A última movimentação indica que o Ministério Público Eleitoral já se posicionou acerca do agravo regimental. O recurso agora se encontra na coordenadoria de processamento para as devidas providências. O escritório de advocacia de Johnson Abrantes e Edward Johnson acompanha o caso no TSE.

Hamilton Carvalhido cassou o registro alegando irregularidades na prestação de contas de um convênio firmado com o Governo federal na época em que Dinaldo foi prefeito de Patos. De acordo com os advogados, ele não possui contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União. “A inexistência de contas julgadas irregulares não é afirmação do deputado, mas do próprio TCU, que lhe forneceu certidão negativa”, ressaltou o advogado Edward Johnson

Dinaldo Wanderley foi reeleito deputado estadual com 26.822 votos. Ele disputou a eleição pela coligação PSDB - PDT / DEM / PSB. Se a decisão do ministro Hamilton Carvalhido for confirmada pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral a vaga de Dinaldo Wanderley na Assembleia Legislativa será ocupada pelo primeiro suplente Domiciano Cabral.

Outro caso que repercute na Assembleia Legislativa é o de Márcio Roberto, que a exemplo de Dinaldo, teve a candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa. O processo está pendente de julgamento no TSE. Na hipótese dele ter o registro deferido o deputado Carlos Batinga passa para a condição de suplente.



Lenilson Guedes

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