
Esse gasto também não se justifica porque, conforme o vereador, até o carro-pipa municipal que leva água para as comunidades rurais é abastecido pelos próprios moradores. “Quem quer um carro d’água tem que pagar o combustível, assim também acontece com a máquina, quando alguém esta necessitando de um serviço, o que é um absurdo”, disse o vereador.
Um outro problema mostrado pelo vereador está relacionado à situação precária em que se encontra parte da frota municipal. Carros danificados e sem condições de circular. “Tem carros com a lataria danificada, o porta-malas e o banco de passageiros amarrado de corda para não virar, pondo em risco a segurança dos passageiros”, comentou o vereador, ao mostrar fotos dessa situação vexatória e arriscada.
A merenda escolar é outro drama. Geraldo Regina denuncia que os alimentos distribuídos para muitas escolas municipais é insuficiente para alimentar o alunado, a exemplo do que acontece no sítio Caatinga Grande, onde, segundo ele, a quantidade alimentícia destinada ao educandário rural não dar para que os alunos tenha comida todos os dias.
O vereador também está preocupado com a situação dos servidores municipais, que não estão recebendo em dia. Mas há um outro problema, segundo ele. Muitos servidores, especialmente os contratados, estão sendo demitidos pela Prefeitura, e quem quer continuar no emprego precisa trabalhar de graça para o município, segundo Geraldo. “São cem servidores que deverão ser demitidos, e a proposta que a Prefeitura está oferecendo para não demitir é um crime: o funcionário que quiser ficar no emprego tem que trabalhar três meses de graça para o município, e só depois é que passa a receber dinheiro, e isso é mais um absurdo dessa gestão, uma coisa que não pode acontecer”, repudiou o parlamentar mirim, uma das poucas vozes da Câmara Municipal a questionar os desmandos administrativos do executivo municipal. Foto: carro amarrado de corda e com a lataria danificada, mas transportando gente.
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