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sábado, 15 de novembro de 2014

No Vale do Piancó, funcionário público é condenado a 16 anos de prisão. Ele é natural de Igaracy.

No Vale, funcionário público é condenado a 16 anos de prisão
Em um dos juris mais longos da história de Piancó o tribunal do júri condenou Amarildo Gomes Neto de a 16 anos de prisão em regime fechado.
Um dos júris mais longos da história do Fórum Desembargador Luiz Sílvio Ramalho da cidade de Piancó, aconteceu nesta quinta-feira(13). A sessão que começou às 9:00 horas da manhã terminou às 19:40Horas.
Diante de um clima tenso aonde familiares da vitima fizeram uma manifestação em frente ao prédio do Fórum com cartazes pedindo a condenação do acusado.
Segundo o Ministério Público o acusado Amarildo Gomes Neto de 46 anos de idade, casado, funcionário público e natural de Igaracy. Matou por motivo fútil com um disparo de arma de fogo Manoel Mecias da Silva de 26 anos de idade. O homicídio aconteceu no dia 30 de dezembro de 2012 na cidade de Igaracy.
Ainda segundo o Ministério Público, o motivo do crime se deu porque Amarildo Gomes estava ouvindo som em sua residência de forma abusiva e Manoel Mecias pediu ao acusado para baixar o volume o que não foi atendido.
Na segunda tentativa de solucionar o problema a vitima foi novamente pedir que baixasse o volume do som e nesse momento foi surpreendido por um tiro que acertou o peito esquerdo do jovem. O acusado foragiu do local em uma moto e não prestou socorro a vitima.
Diante dos fatos foi rejeitada a tese da defesa que, apontou o caso como legitima defesa e Amarildo Gomes foi condenado por maioria pelo tribunal do júri a 16 anos de prisão em regime fechado. O acusado voltou para a cadeia e depois segundo a sentença seguirá para um presídio de segurança pública.
O júri foi presidido pela juíza Isabella Joseanne Assunção de Souza. O Ministério Público foi representado pelo promotor de justiça Uirassú de Melo Medeiros que teve como assistente de acusação o advogado João Batista Leonardo. Na defesa do acusado atuaram os advogados Halem Roberto Alves de Souza e Aylan da Costa Pereira.
 Atendendo uma determinação da juíza, doze policiais militares comandados pelo capitão Lima Filho cuidou da segurança do local durante todo o processo de julgamento.















Vale News PB

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