Frase

“Não troco meu “Oxente” pelo “ok” de ninguém” – Ariano Suassuna

sábado, 28 de março de 2015

Até quando esperar?



Por: Claudio Gomes

Esperar que as coisas mudem.
Que a maioria dos políticos respeitem seu povo.
Até quando você vai ficar apenas reclamando, das coisas erradas que acontecem à sua volta?
Sabemos que existem aqueles que, pensam que estão acima de tudo e, de todos.
Mas, o que engrandece um político, é o cumprimento de suas propostas, feitas em épocas de campanhas.
O problema, é que alguns desses políticos que estão atualmente no poder, ficam colocando a culpa nos antigos administradores, pelo descaso público.
E com isso, tentam encobrir erros atuais, de uma péssima administração.
Políticos que chegam ao poder, deveriam consertar os erros do presente, para oferecer um futuro mais decente para o seu povo.
É preciso sabermos diferenciar aqueles que realmente se importam e, fazem algo significativo para os mais necessitados, por exemplo.
É preciso diferenciar o mau político, daquele que enxerga seu povo, com respeito.
Vale ressaltar que não estou me referindo a este ou, aquele.
Até porque, a história de vida de cada um que está no poder, todos sabemos.
Por tanto, não devemos deixar de cobrar os nossos direitos.
Vivemos em um País livre.
É dever de todo cidadão, querer o melhor para si.
E, é obrigação de todo político, oferecer para este mesmo cidadão e sua família, o mínimo de respeito.
Não dá para aceitar que nos tempos de hoje, ainda existam pessoas despreparadas, governando nosso País.
Não importa se são grandes ou pequenas cidades, se a incompetência política é mostrada abertamente, através da falta de vontade e empenho de seus administradores.
E, cabe a cada um de nós, enxergarmos um futuro (mesmo que pareça impossível), com novas e boas oportunidades.
Para que isso aconteça, é preciso cobrarmos mais decência e competência de nossos atuais administradores.
Sejam eles, das grandes ou pequenas cidades.
O compromisso, é o mesmo.
Pois, é muito triste e humilhante para um povo que, não tem um atendimento médico, não tem um transporte (ambulâncias/SAMU), para se locomoverem até uma cidade vizinha, em busca de um atendimento digno.
É triste olharmos para o lado, e percebermos que sonhos foram destruídos.
Mais triste, é sabermos que esse mesmo povo (em sua maioria), contentam-se com as migalhas concedidas por aqueles que deveriam oferecer dignidade a todos.
Por tanto, pensem.
Mais do que pensar, reflitam!

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