
O custo não é tão alto, 250 reais mensalmente, mas os pais do menino vivem com apenas um salário mínimo, um amparo assistencial do próprio garoto, que tem outras despesas: fraldas, alimentação especial e consulta particular frenquente com cardiologista e neurologista.
Como o pai não trabalha porque precisa ajudar a esposa nos cuidados com o filho, que também é obeso, sofre de insônia e dependente em tudo dos pais, a única renda é o salário mínimo, que não é suficiente para atender todas as necessidades do menino nem da casa, conforme a família, que precisa de ajuda do poder público.
De acordo com os pais do garato, Maria Júlia Maniçoba Vieira e Antônio Vieira, a Prefeitura de Igaracy sempre custeou os medicamentos, mas, agora em outubro, recusou-se a dar os remédios do menino, alegando que o salário mínimo que a família tem é suficiente para tudo. “É muito humilhante e desumano o que eles estão fazendo com a gente, porque nós não temos condições de resolver tudo com esse dinheiro”, comentou a mãe, que pretende procurar o Ministério Público para exigir que a lei seja respeitada pela Prefeitura, que tem obrigação de custear o tratamento do garoto.
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